Flagra!
Trilha sonora : Mão boba – É o Tchan
Não resisti! Preciso dividir esse momento com alguém. Pessoas, vejam essa foto do Caco Antibes, ops, Miguel Falabella.
Olhem só o tipão de velho sarado, lindo, loiro e japonês. Camiseta baby-look, cheio de estilo pra festa badalada no Rio.

Mas o melhor está atrás do Miguelito. Atrás, né? É… atrás ou na frente, vai saber. Enfim! Atrás. Com o mesmo tipo de look, velho, saradinho, baby-look, com a mão no… OPS! Tira essa mão daí, rapaz! Que indelicado!
Nada a declarar! Da próxima vez, não sai na foto!
Reflexões Panópticas
Trilha Sonora: Eu não toco Raul (Pedra Letícia)
Enquanto caminhava naquela noite sem fim absorta em minhas próprias divagações, as estrelas de brilho ímpar iluminaram a escuridão de meus pensamentos. Lembrei-me daquela perfeita ilusão, daquela utopia da Joie de Vivre… Como o obtuso universo seria beneficiado com maior deleite se dele fossem banidos aqueles que possuem dentro de si o determinante fator Cult.
Neste momento, minha mente foi invadida pelo delicado e ao mesmo tempo inebriante som de Chico que tocava naquele bar em que sentei para desfrutar de minha vida boêmia. Boêmia e vazia, visto que meu coração sofria com a dicotomia do ser. Dicotomia esta, quase um paradoxo, do ser, do querer, do agir, do sentir e do poder.
Citando Carlos Santos, ilustre poeta e cantor, a pessoa que tende pela vertente do cult, “não é chegada na Contigo! e nem gosta de chiclete. Não anda de Chevette nem dá bola pra pivete”. Em contrapartida, é latente a angústia de não receber as luzes do holofote.
Levantei-me.
A noite de negros dedos acariciava as agruras do meu Coração.
Alea Jacta Est.
O monólogo de um sarau de uma pessoa só se realizava naquele instante. Como em um teatro, os ratos que passavam pelo chão faziam unicamente parte de minha platéia. Solitário estava. Aqueles de outrora, que enalteciam minhas falácias, já não me estendiam mais as mãos.
Ignorei os sábios conselhos daqueles companheiros da primavera passada. Tolice a minha! Aparentara ser quem eu na verdade não era.
E P I F A N I A
Meeeeu, desencana dessa história!!! Claudinha Leitte disse tudo: “Extravasa, libera e joga tudo pro ar”. Eu também quero ser feliz antes de mais nada. E dá licença porque vai começar um besteirol americano e eu não posso perder. Logo depois, vou dar uma passadinha no Mc e comprar a nova edição da Caras.
Tô vivendo, sacomé?
* Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança será apenas coincidência.
Nota da autora: Cubicularis também preza o estilo Sidney Magal.
Confissões de uma mente perigosa II
Trilha Sonora: All by myself – Eric Carmen
Eu quero um namorado. Quero que ele seja um verdadeiro príncipe no cavalo branco, que me diga “eu te amo” sempre, que me acorde com um beijo e um café na cama, que me dê rosas sem motivo, que me compre um bombom só porque lembrou de mim no supermercado. Que tenha uma beleza estonteante e que transborde charme, e que, ao mesmo tempo, não saiba que tem essas qualidades. Que não tenha vícios, a não ser o de dividir o sorvete e me dar a maior parte, ou o de fazer questão de pagar o cinema no domingo. Que tenha um ótimo emprego e que ganhe bastante dinheiro pra que a gente possa morar num lugar lindo, numa casinha com cerca branca. Quero que ele dedique a música “She” do Elvis Costello para mim numa serenata particular numa sala a luz de velas. Algum candidato?
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Não precisa ser rico. Ele pode ter um emprego comum, mas estável, para garantir uma vida confortável no futuro. Alguém se habilita?
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Tá, não precisa ser lindo, até mesmo porque os lindos dão trabalho…pode ser bonitinho. Então?
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Uma cerveja aqui e ali tudo bem também, não tem problema, não brigo não. E aí?
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Ok, eu não ligo pra beleza, os “desprovidos de beleza” são bem vindos… Não? Nada ainda?
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Eu nunca fiz questão de dinheiro mesmo, pode ter uma vida sofrida, a gente dá um jeito… E agora?
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Eu só quero alguém que me faça rir e que me abrace quando estou triste, que não esteja comigo só por outras intenções, que me trate bem, que goste mim apesar dos meus defeitos e manias. Gente, recapitulando: Eu quero um namorado. Pode ser feio, sem dinheiro, não precisa ser abstêmio, mas que seja fofo e que me respeite. Alguém?
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E eu vou morrer solteira…
“Palavras pra dizer de novo o que foi dito”
Trilha Sonora: Palavras – Titãs
“Pega lá a COISA pra mim?”
“Fui lá resolver aquele TROÇO.”
“Comprei o NEGÓCIO que eu tava procurando!”
Na alegria do uso fácil das palavras que significam sem significar nada, o Orkut me brinda hoje com isso:

Trecos?? De verdade mesmo Orkut?? Você podia fazer uma frase mais bem elaborada vai… eu esperava mais de você, sério mesmo.
“Trecos”… onde esse mundo vai parar….
PS: É, estamos passando por uma fase de falta de assunto, como vocês caros leitores podem perceber. Ou não, se você só parou aqui por conta do “banheiro” que digitou no Google (eu sei que você digitou, não vai negar). Mas logo logo isso passa. Ou não. Mas espero que sim.